13 dicas para você se preparar para a amamentação

A newborn baby breastfeeding

Apesar de ser muito natural, a amamentação pode trazer algumas dúvidas, afinal, trata-se de um aprendizado, tanto para a mãe, quanto para o bebê. Mas, então, como podemos nos preparar para a amamentação?

Não, você não precisa passar aquela bucha vegetal nas aréolas e mamilos, como talvez você já tenha ouvido por aí. Hoje já se sabe que isso acaba com a camada de gordura natural que se forma nas mamas e serve para protegê-las, tornando-as ainda mais sensíveis.

A resposta não está nas mamas e sim na cabeça. A melhor forma de estarmos prontas para o aleitamento materno é ter informação de qualidade. Se tivermos a certeza de que podemos amamentar, que nosso leite é o melhor alimento para nossos filhos e que dificuldades podem aparecer mas, com a ajuda correta, elas logo desaparecem, estaremos prontas. 

Se você está grávida e quer se preparar para esse momento especial, confira essas dicas: 

  1. Conheça a importância da primeira mamada
    Converse com a equipe que irá atendê-la no parto e diga que você quer amamentar seu bebê na primeira hora de vida. Esse primeiro contato promove a proteção imunológica que o bebê precisa ao nascer, além de ajudar no sucesso da amamentação. Ainda que ele não queira mamar e apenas cheire ou lamba seus mamilos, esse ato ajuda na criação do vínculo entre mãe e filho.No contato pele a pele o bebê sente o cheiro e o calor da mãe, regulando sua temperatura, além de estabilizar sua respiração. Um dado interessante: o colo da mãe sobe até dois graus sua temperatura quando o recém-nascido e colocado sobre eles logo após o parto.

    Peça para ficar em alojamento conjunto com seu bebê na maternidade. Essa prática faz com que mãe e bebê fiquem juntos o maior tempo possível, possibilitando o contato pele a pele e permitindo que a equipe do hospital possa auxiliá-la tanto na amamentação como nos primeiros cuidados com o bebê. Assim, você pode amamentá-lo sempre que ele requisitar e evita que seja dado leite artificial a ele.

  2. Mantenha distância de bicos artificiais
    Bicos de silicone, muitas vezes indicados já dentro das maternidades, só atrapalham a amamentação. Eles não permitem que a ordenha seja feita corretamente, diminuindo a quantidade de leite e ferindo os mamilos. Independente do tipo de mamilo que você tenha, não há necessidade de usar um intermediário, porque bebê não mama o bico e sim a aréola, onde estão concentrados os seios lactíferos, conhecidos como “bolsões de leite”.Chupetas e mamadeiras também são grandes vilões, pois costumam causar confusão de bico, fazendo com que o bebê deixe de querer mamar diretamente no peito. Se, por qualquer motivo, for necessário ordenhar e dar o leite materno de outra forma escolha o método do copinho ou a colher.
  3. Tire o foco da balança
    Nos primeiros dias o bebê irá mamar apenas o colostro. Os seios ainda estarão macios e o bebê aprenderá a fazer a pega correta. Após 3 ou 5 dias, acontece a descida do leite e os seios ficarão mais cheios.Todo bebê perde peso no início. A natureza é sábia e, por isso, nós já nascemos com uma reserva de energia. Essa perda de peso é, em média, de 10%, e ele pode ser recuperado até um mês após o nascimento.

    Cada pessoa é diferente da outra e os bebês também têm suas particularidades. Por isso, se algum profissional disser que você precisa complementar a amamentação com leite artificial, busque a opinião de um especialista em amamentação que possa ajudá-la a corrigir possíveis problemas de pega e melhorar as mamadas.

    E lembre-se: os gráficos de crescimento são feitos baseados em médias e isso significa que é normal, sim, ter crianças acima ou abaixo da média.

  4. Aprenda a aumentar a produção
    Apenas o ganho de peso não é fator decisivo para dizer que o bebê não está mamando o suficiente. Se ele estiver molhando entre 4 a 6 fraldas de xixi diariamente e estiver “espertinho”, ele estará bem hidratado.No caso de precisar aumentar a produção de leite beba bastante líquidos, descanse e aumente o número de mamadas. Outro fator fundamental é amamentar ou ordenhar as mamas de madrugada. Temos um pico de prolactina durante a noite e é importante estimular a produção neste período.

    Nosso psicológico também influencia muito na produção de leite. Então, se perceber que está vivendo momentos de estresse, peça a ajuda de familiares para que essa situação seja solucionada e você possa voltar a relaxar e a se ocupar com o que você tem de mais importante naquele momento: seu bebê.

  5. Conheça as recomendações do Ministério da Saúde
    Os bebês devem mamar exclusivamente o leite materno até os 6 meses. Isso significa que até essa idade eles não precisam de mais nada, nem água ou chá. Após esse período inicia-se a introdução de alimentos e a amamentação deve seguir, no mínimo, até 2 anos.
  6. Escolha a livre demanda
    Hoje já se saber que ter horários rígidos para amamentar não é a melhor opção. Ofereça o peito ao seu filho sempre que ele quiser, pelo tempo que ele desejar. Assim a produção será estimulada e o bebê estará alimentado de forma adequada. Bebês têm a necessidade de sucção, por isso, ele provavelmente irá querer passar mais tempo mamando. Além disso, peito é o acalanto, a segurança e o carinho que ele precisa para entender esse mundo novo.
  7. Não tenha leite artificial em casa
    Algumas pessoas podem nos dar de presente, na melhor das intenções, uma lata de leite artificial. Agradeça e devolva – ou a dê para alguém que você saiba que já faz uso deste produto. Ter leite em pó próximo da gente pode se tornar uma grande tentação em momentos de dúvida sobre a quantidade de leite materno produzido. Prefira procurar ajuda profissional antes de apelar para este recurso.
  8. Ignore conselhos errados
    Sim, eles irão aparecer e você pode ignorá-los. Sempre haverá uma mãe, sogra ou amiga que vai te dizer que seu leite não está sendo suficiente e seu bebê está com fome, que chás podem ser dados para aliviar a cólica do bebê e que você está deixando seu filho mimado por permitir que ele fique tanto tempo no seu colo. Também vai ouvir dizer de alguém que se der leite artificial seu filho irá dormir a noite toda porque ele tem é fome. Mas a verdade é que bebês que tomam leite em pó demoram mais tempo para digeri-lo, afinal, ele não foi feito para o nosso organismo. Aliás, não há leite mais adequado para nossos filhos que o leite materno. Seu aparelho digestório ainda não está preparado para receber qualquer outro alimento. Agradeça a dica e a desconsidere.
  9. Tenha o contato de grupos de apoio
    O pós-parto e o início da amamentação podem ser um momento de muita insegurança e dúvidas. Existem grupos de apoio que nos ajudam a passar por esse momento com mais tranquilidade. Aliás, bater um papo com outras mães e trocar experiências é sempre muito gostoso. Confira alguns deles:Amigas do Peito
    Rio de Janeiro
    http://www.amigasdopeito.org.br/
    e-mail: [email protected]
    tel: 21-2285 7779

    Matrice
    São Paulo
    http://matrice.wordpress.com/
    e-mail: [email protected]
    tel: 11-996223737

    La Leche League Brasil
    Rio de Janeiro
    http://www.facebook.com/pages/La-Leche-League-Rio/228588697232880?group_id=0
    tel: 21-2239-0304 e 21- 8116-4141 (falar com Francesca)

    Maceió - Alagoas
    tel: 82-3325-5710 (falar com Damaris)
    e-mail: [email protected]

    Grupo Virtual de Amamentação
    http://www.facebook.com/groups/266812223435061/

    Aleitamento Materno Solidário
    http://www.facebook.com/groups/aleitamentomaternosolidario/

  10. Saiba onde procurar ajuda
    É possível surgirem dúvidas sobre a correta pega do bebê, sobre produção de leite suficiente, fissuras nos mamilos, tipos variados de mamilos (plano, invertido). Mas nada disso é motivo para você deixar de amamentar. Antes de desistir, procure ajuda especializada. Bancos de leite por todo o Brasil têm profissionais capazes de auxiliá-la com dificuldades na amamentação. Você também pode contratar uma consultora em aleitamento materno ou uma doula pós-parto para fazer o atendimento na sua casa.Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano
    http://www.redeblh.fiocruz.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=393
  11. Eles aprendem rápido
    Com o passar do tempo, seu bebê ficará mais eficiente para mamar e aquela mamada que costumava demorar, pelo menos, 20 minutos, será feita em apenas 3 minutos, por exemplo. Não se preocupe, seu bebê terá mamado o suficiente apenas neste tempo. Trata-se da crise dos três meses. Aliás, o mundo estará mais interessante para ele, portanto, ele deixará de querer ficar apenas no peito para começar a observar tudo o que acontece ao seu redor.Também não se preocupe se seus seios não ficarem mais tão cheios, trata-se apenas do nosso corpo adaptando-se à quantidade que o bebê precisa. Em tempo, a maior parte do leite é produzida durante a mamada.
  12. Prepare-se para o fim da licença-maternidade
    Você não precisa introduzir leite artificial ou alimentos antes do tempo só porque tem que voltar ao trabalho. Comece algumas semanas antes do seu retorno a fazer estoque de leite materno congelado. O leite materno tem duração de 15 dias no freezer.Você pode fazer a ordenha manualmente ou com o auxílio de uma bomba. Já existem alguns lugares que oferecem o aluguel delas.
  13. Amamentar é prazer
    Passados os problemas dos primeiros dias, o aleitamento materno torna-se um grande prazer, tanto para a mãe quanto para o bebê. Amamentar é dar o melhor alimento que ele poderia ter e dar, também, carinho, segurança e conforto. Infelizmente ainda vemos muitos profissionais da saúde desencorajarem o aleitamento materno prolongado (após os 2 anos). Mas saiba que não existe hora certa para o desmame. Esse momento deve ser decido entre mãe e bebê.

Fonte: http://guiadobebe.uol.com.br/13-dicas-para-voce-se-preparar-para-a-amamentacao/

 

Segurança no quarto do bebê.

O quarto do bebê deve ser um lugar tranquilo e seguro mas para isso é fundamental alguns procedimentos de segurança.

bebe-aproximando-a-mao-da-tomada-eprom-shutterstock-000000000000021AUma das grandes preocupações que a mamãe deve ter com o quartinho do seu bebê é a segurança. Berços mal montados ou com as peças frouxas, tomadas destampadas, baús e mesinhas com quinas pontiagudas, entre outras coisas, oferecem riscos aos pequenos.

As crianças não sabem avaliar o perigo e só à medida que vão crescendo começam a adquirir seus medos, portanto, é preciso todo o cuidado e atenção para que seu filho possa ter segurança dentro de casa.

Tomadas sem proteção oferecem um enorme risco de choque elétrico. Logo que a criança começa a engatinhar ou andar se sente atraída por enfiar o dedo ou objetos nos pequenos buraquinhos. Use tampas especiais para fechar as tomadas que ficam ao alcance dos pequenos.

Todos os móveis do quarto devem ter pontas arredondadas. As crianças vivem esbarrando, caindo, tropeçando e as pontas podem ser extremamente perigosas. Existem revestimentos emborrachados específicos para quinas de móveis que são muito úteis quando a criança começa a andar.

Mamães que moram em apartamentos devem tomar muito cuidado com as janelas. Grades e redes de proteção são imprescindíveis. Mesmo assim, evite berços, baús, cadeirinhas e mesinhas próximas às janelas, onde a criança possa subir e se debruçar. Não esqueça que os pequenos são curiosos e adoram desafios.

Procure deixar a porta do banheiro sempre fechada e, principalmente, mantenha sempre a tampa da privada (vaso sanitário) abaixada, guarde produtos como perfumes, shampoos, pomadas e remédios em armários e prateleiras longe do alcance das crianças.

Fonte: http://guiadobebe.uol.com.br 

Como decorar o quarto do seu bebê?

Da segurança aos aspectos visuais, comece com o pé direito o quartinho dos seu bebê!

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Qual mãe não gostaria de preparar um lindo quarto para o nenê que chega ao mundo? Mas cuidado para não exagerar na extravagância. O bebê precisa sim de um ambiente aconchegante, e não um lugar cheio de cores.

Alguns pontos devem ser observados na hora de decorar um quarto. Primordialmente, o bebê necessita de um ambiente tranqüilo, especialmente nos primeiros meses, para lhe assegurar proteção de ruídos e de aberturas repentinas de portas e janelas.

Em segundo lugar, a área reservada ao recém-nascido deve ser de fácil acesso, para atender o bebê com rapidez quando necessitar. Uma boa opção para começar a decoração do quarto é planejando a distribuição dos móveis. Todos os móveis devem ser práticos e revestidos com materiais laváveis e resistentes, independente do estilo escolhido.

Uma dica importante da arquiteta Carla Arigón Felippi: “Faça uma linha reta entre a janela e a porta do quarto para descobrir o caminho da corrente de vento. Posicione a cama ou o berço fora deste espaço. A partir daí, distribua o guarda-roupa e bancadas”.

Confira algumas dicas que podem ser de bastante utilidade:

a-) Poltronas podem ser de abrir transformando-se numa cama auxiliar, muito útil no caso de quartos para bebês. É importante acostumá-los em seu próprio quarto. Se você for dormir lá nos primeiros meses ficará mais fácil sair do quarto da criança, que estará ambientada. Claro que isso não é uma regra.

b-) Encostar a cama numa das paredes laterais, libera o meio do quarto e possibilita a montagem de casinhas, cabanas e trens que podem ficar montados de um dia para o outro!

c-) Paredes livres ou portas que recebem cestas de basquete e adesivos de amarelinha no piso estimulam o gosto por brincadeiras que exercitam.

d-) Beliches com escadas divertidas, descidas com tubos e almofadas coloridas pelo chão são toques bem humorados, que ainda economizam espaço.

e-) Procure evitar a instalação de videogames e tvs, quanto menor a exposição visual, menos a criança lembra deles! Dificulte o acesso!

f-) Equipamentos de som são interessantes neste cômodo, pois a música pode servir para marcar a hora do banho, do sono, do passeio, isso é muito importante para as mães se comunicarem com os bebês, que assim ficam sabendo a próxima atividade que será executada.

g-) Cores mais suaves que não agitam tanto as crianças, e são muito úteis na hora das brincadeiras tranqüilas, que diminuem o ritmo antes de dormir. Dimers regulam a intensidade de luz, já que luminosidade é outro item importante.

h-) Espelhos estimulam o desenvolvimento, pois a criança observa sua movimentação, a fala e gestos; use-os colados na parede para eliminar riscos de quebra.

”Tapetes de borracha antialérgicos, cortinas removíveis e laváveis, móveis sem quinas e piso revestido de vinil ou laminado plástico para evitar poeira completam o conjunto e oferecem segurança”, recomenda Carla.

Dicas

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0 a 2 anos - O essencial para o quarto do bebê é o berço, cômoda (para ser utilizada como trocador e guarda-roupa) uma poltrona para amamentar, cesta para suporte, lixeira e uma iluminação adequada.

2 a 7 anos – O ambiente deve incentivar e motivar o desenvolvimento mental da criança. Habilitar o espaço com um local para o descanso, outra para as brincadeiras e uma área para guardar os brinquedos é uma forma de ensinar-lhe, desde pequeno, a se organizar.

7 a 9 anos – Aqui uma área para o trabalho é essencial. Uma escrivaninha em lugar bem iluminado, de preferência é junto à janela, mesmo que não tenha luz natural.

FONTE: http://guiadobebe.uol.com.br

10 dicas para economizar no enxoval do bebê

Claro que você quer caprichar e comprar tudo de bom e necessário para o enxoval do bebê, mas isso, de modo algum, quer dizer gastar uma fortuna logo nos primeiros meses de vida dele. Ter filhos custa dinheiro, por isso nada melhor do que economizar onde for possível para que sobre mais para o futuro.

Confira a seguir as 10 dicas que o BabyCenter preparou para ajudar seu dinheiro a render e durar mais na hora das compras para o bebê.

• Prepare uma lista com todos aqueles itens menos essenciais que você gostaria de ter para, quem sabe, passar para familiares e amigos se você for fazer um chá de bebê. Assim, em vez de ficar com três cortadores de unha e nenhuma escovinha de cabelo, você aumenta as chances de ter o que precisa.

• Pergunte para pais e mães com filhos um pouco maiores o que eles consideramfundamental no enxoval. Muita gente se surpreende de descobrir que há crianças que só foram usar sapatinhos quando deram os primeiros passos. Por outro lado, várias mães adoram botar sapatinhos em recém-nascidos. Use nossos fórunspara fazer suas perguntas às mamães mais experientes.

• Parta do princípio de que os aparelhos e as novidades tecnológicas não são cruciais, a menos que sejam altamente recomendados por outras famílias.

• Compre em quantidade grande ou o maior pacote (como fraldas, por exemplo) sempre que tiver a opção. Mas só faça isso quando já tiver testado o produto, para não desperdiçar no caso de não gostar.

• Não se deixe arrebatar à primeira vista por tanta coisa linda. Adorou aquilo? Ótimo. Agora pare para pensar se é realmente necessário, e, se sim, pesquise para ver se não existe mais barato em outros lugares. Os lojistas sabem que você quer tudo do melhor e mais maravilhoso para o seu bebê, e se aproveitam do seu entusiasmo (como no mercado de coisas para casamento). Segure a empolgação, que tudo ficará tão lindo quanto, mas mais em conta.

• Aproveite itens repassados por amigas e familiares. Lembre-se de que muitas roupinhas de recém-nascidos, especialmente as mais bonitas, vestidas só em ocasiões especiais, são muito pouco usadas, e geralmente se conservam praticamente novas. Não tenha vergonha de dizer para todo mundo que aceita de bom grado roupinhas, brinquedos e até cadeirão ou outros equipamentos de segunda mão.

• Outra opção é pedir emprestado e devolver depois de usar. Às vezes você pode pegar um berço de uma amiga cujo filho está mais crescidinho, e se comprometer a devolver para que ele esteja disponível quando ela tiver outro bebê.

• Pense na qualidade e na durabilidade dos produtos na hora de comprar, para escolher os que vão durar mais. Macacõezinhos e calças sem pé, ou com pés que “abrem e fecham”, servem por mais tempo. Por outro lado, bodies de malha baratinhos, mas de má qualidade, deformam à primeira lavagem e acabam dando prejuízo. Aproveite também liquidações de fim de estação, para comprar roupinhas maiores para o ano seguinte.

• Quando ganhar presentes de que não goste ou que ache que não vai usar, troque-os na loja, em vez de deixá-los ocupando espaço no armário.

• Comece com o básico e aguarde o bebê nascer para avaliar o que mais vai precisar diante do filho que teve. Não adianta nada ter um monte de casaquinhos de lã e depois não usar nenhum porque provocam alergia na criança ou fazer estoque de uma determinada marca de fralda e depois perceber que o modelo vaza demais ou também causa sensibilidade na pele do bebê.

Fonte: babycenter.com.br